breve reverência

vinicius

desde que descobri a poesia, passei a não gostar dos poemas do vinicius de moraes. sempre preferi as músicas e olhe lá. aquele velho romântico-diplomata-beberrão, é claro, tinha algum ponto forte - era beberão. mas quando me vinha com que não seja imortal posto que é chama… eu até concordava que ele deixou a frase bonitinha, mas respondia na lata, com o gaúcho carlinhos carneiro, é sempre amor mesmo que mude.
tá certo que ele falou que rimbaud era mesmo o maior de todos e que a canção que queria ter composto era detalhes do rei roberto carlos. nesse aspecto, sou obrigado a aplaudir.

Uma resposta para “breve reverência”

  1. couto Disse:

    e como fica o fábio jr.?

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