Alguns esclarecimentos que não devo a ninguém (ou, ode à Garçonete de Pequim)

A maioria das mulheres que eu amo fumam cigarros e não acreditam em Deus. E eu não gosto muito disso mas, ao mesmo tempo, não me importo nem um pouco. Eu sempre fico pensando que eu faço alguma espécie de mal pras mulheres que se envolvem comigo. E faço de tudo pra que elas entendam que o fato de eu não gostar da maioria das pessoas não quer dizer que eu não seja igual a essas mesmas pessoas. A bem da verdade, sou normal demais pra quem não gosta de socializações. O que acontece é que eu sou tão antipático que as pessoas caem na besteira de pensar que sou tímido (e não ao contrário). Eu nunca tive problemas em aceitar minha condição de idiota da cidade. É aí que entra o saco cheio para convenções sociais, porque fora isso, não tenho piercing, não furo as orelhas (nem as minhas nem a dos outros), não curto rap, não sou um consumidor habitual de drogas ilícitas, meu cabelo já foi horroroso e cheio de volume na adolescência mas agora é patético e normal, não tenho tatuagem e não curto muito fazer malabarismos no sexo. Sou do campo da estratégia. É isso aí, não um malabarista – um estrategista sexual. Com certeza. Também não gosto de mulheres que falam muita escatologia. É frescura, eu sei. Eu não me importo com mulheres feias como o diabo, vozes irritantes, risadas irritantes, malucas, eu não me importo que elas vejam gente morta, que ouçam vozes, que sejam velhas demais e, claro, não dou bola para a antiga dupla Tabaco e Ateísmo, mas eu meio que me importo com escatologias. Eu não vejo graça. Eu quase perco o tesão. Infelizmente, não posso fazer nada quanto a isso. Embora eu seja amigo de uma pá de garotas meio escatológicas, jamais rio ou aplaudo suas idiossincrasias abagaceiradas. Mas eu sou muito tarado. Mulheres que a maioria dos meus amigos recusariam, eu dormiria de boa com elas bem do meu lado. Isso não me torna um grande comedor. Me torna um grande punheteiro. Porque não gosto muito desse exercício de paquerar mulheres, feias ou bonitas – tanto faz – que eu não conheço. Acho mesmo que sou um dos maiores punheteiros da praça. É uma impressão, mas é bem fundamentada. Acho o Tube8 melhor do que Redtube e Sextube. Gosto, principalmente, das categorias Amateur, Asian Lesbian, Russian Mature e qualquer uma com a Lexi Belle. Não gosto de ver vídeos de strip-tease. Mas não há algo que me excite mais do que uma garota fazendo um strip ao vivo. No entanto, o cinema – não pornográfico – tem ótimos strip-teases e cenas com dança erótica. Tentem Salma Heyek em Um Drink No Inferno. Os amantes de whisky e mulheres devem agradecer todos os dias ao Quentin Tarantino, e invejá-lo também – será que existe uma maneira melhor de beber bourbon? Voltando ao assunto, uma bela garota fazendo um strip é uma das coisas mais bonitas do mundo. Também gosto de pegar uma cerveja e assistir a garota dormindo na minha cama. É mais acolhedor e íntimo do que observar a paisagem do mar. Admirar o mar é um troço íntimo pra burro, pelo menos pra mim. Também gosto de observar garotas que eu amo escoradas em uma janela olhando a cidade lá fora, fumando um cigarro e não acreditando em deus – fazer o que? Minha mãe, que nessa hora deve estar dormindo na sua cidade de interior, não fuma e acredita em Deus. Claro que eu a amo, ela é minha mãe. Eu acredito em Deus. Só que também acredito que ele não seja do jeito que minha mãe deve pensar que ele é. E eu não rezo também. E tenho umas leves crises de ateísmo de vez em quando. Pô, eu até fumo de vez em quando. Malboro Vermelho. Acho que se você não é viciado em cigarro e vai fumar tem que ser Malboro Vermelho. Não me perguntem o motivo. Marketing subliminar, de repente. Também acho que todo o homem que se preze já teve ou sonha em ter um bar. O nome do meu seria Mala Vista Anti-Social Club, ele respeitaria a tristeza e teria um aviso dizendo “Não vendemos Mojitos”. Quando eu tava na oitava série, uma garota perguntou na roda de conversa “O que é um Mojito?”. Eu sabia porque tinha lido algo a respeito do Hemingway viver tomando esses drinks lá em Cuba. Eu sempre pensei que é meio viadagem esse negócio de hortelã e adornos numa bebida. E dizer que o drink preferido do Ernest Hemingway é coisa de viadinho é estranho, porque o Hemingway era fodão. Mas, enfim, ser homem e ter um drink preferido dá brechas pra viadagem. Eu já bebia na oitava série. Comecei a beber com 12 ou 13 anos, vinho principalmente, depois caipirinha e cachaça até chegar no Drurys ou na tríade Dommus, Dreher, Domecq lá pelos meus 15 (não gosto mais de cachaça, acho caipirinha um saco e nunca gostei de vodka). Os garotos da minha cidade sempre tem mais resistência pra bebida do que os garotos da capital. Talvez porque na capital tenha mais coisas pra se fazer. Minha escala de bebidas, por sinal, é whisky (se for nos pés da Salma Heyek, melhor, isso que não sou um pedólotra, meu deus, se você gosta de whisky, mulheres, dança erótica e pés, você inveja muito o Tarantino. Pelo menos até antes d’ela virar um vampiro) seguindo a lista: conhaque, vinho tinto seco e cerveja – a última é só na brodagem ou quando não tô muito a fim de beber ou quando tem uma bela garota dormindo na minha cama. Nunca bebi um Mojito, diga-se de passagem. Pretendo nunca beber. Vai que eu goste. Brincadeira. Se eu gostasse tudo bem, o problema é tomar um gole e pensar “Oh, Hemingway, tu era mesmo um viadinho!” Se eu chegasse a concluir uma coisa dessas, acenderia um cigarro e não teria mais a menor convicção na existência de Deus. O fato é que ninguém sabia responder à garota sobre o Mojito, além de mim. Ela me achava um idiota antipático (com toda razão), mas por eu saber essa merda começou a conversar comigo. Era uma garota muito bonita, sem sombra de dúvidas, pelo menos para a oitava série. Só que ela ficava me mostrando as fotos da irmãzinha dela. A guria carregava as fotos aonde quer que fosse. E, enquanto comentava “olha como ela é fofa”, usava aquela entonação idiota que a maioria dos adultos se utiliza pra falar com crianças. Cansei de ser amigo da garota por causa disso. (Nunca a amei, mas só pra constar, hoje em dia ela fuma apenas maconha e acredita que Deus é alguma força espiritual que se manifesta pela natureza.) Eu tenho uma certa dificuldade para achar a foto de uma criança algo fofo, a não ser que seja uma foto do Gary Coleman quando criança. Porra, ele era um moleque bacana pra burro. Você tem que ter um coração de pedra pra achar o contrário. Um monte gente acha que eu sou frio como um pseudo-personagem de Clint Eastwood, não deveriam ter essa impressão, talvez eu seja pralgumas coisas, mas com certeza há muito blues no mundo capaz de roer o meu coração. E muito cinema e livros e tantas baladas de rock’n roll. Escutar Rolling Stones é sempre bom. E quando levo um pé na bunda é essencial. Só uma ótima trepada com uma bela garota supera isso (ou talvez beber whisky nos pés da Salma Heyek), ou fazer tudo isso ao som de Rolling Stones e com uma garrafa de Jim Beam de suporte, por que não? Acontece que essa ótima garota vai arrasar com você uma hora e vai sobrar, de novo, somente os Rolling Stones e a bebida (nem sempre – quase nunca, no meu caso – um bourbon da qualidade do Jim Beam ou do Jack Daniels). Não importa o quanto eu ame algumas garotas e meus poucos amigos, a bebida, a solidão, os gibis, livros, filmes e todo o meu tipo de cultura sempre terão mais importância. Isso não significa que eu não deixaria de fazer uma pá de coisas do meu interesse pra dar uma força a um entequerido. Não mesmo. Acho que o Bukowski tem um poema que fala sobre superar mulheres com mulheres e todo esse círculo. Com certeza ele não foi o primeiro a constatar isso, mas o desgraçado consegue me acertar em cheio do mesmo jeito. Não acho que você tem que concordar com os escritores pra gostar deles. Da maioria dos meus favoritos, discordo – por sinal. Mas tem uns que acontece o contrário. Só tô conseguindo pensar no próprio Bukowski e no Mário Bortolotto, concordo com quase tudo que eles escrevem, e como escrevem bem, gosto de tudo que li deles – mas sei que têm outros que não me vem a mente agora. Fora os poemas dos Buk, que são uma dessas coisas que roem o meu coração, minha obra preferida dele eu não sei dizer qual é, mas tá entre o Crônicas de um amor louco, que saiu pela L&PM, Factótum (me amarro na última página desse livro e na última frase) e o romance Mulheres, traduzido no Brasil pelo Reinaldo Moraes. Do Bortolotto, fora os poemas – alguns deles também tem essa capacidade blues de roer meu coração – acho que o texto que mais reli foi a peça “Tempo de Trégua”. Ela tem um tema que é ‘família’ e todo um lance de irmãos. Gosto disso. Talvez por isso me amarre nos filmes do Coppola como O Poderoso Chefão, Tetro e, principalmente, O selvagem da Motocicleta. E a relação entre irmãos é o que mais gosto em O Touro Indomável, do Scorcese. Num livro que a Lu me trouxe de Santos, chamado Brothers Cactus, tem esse texto do Marcelo Montenegro que diz: “A melhor metáfora sobre diferenças de temperamento entre dois irmãos aconteceu comigo e com meu irmão, o Alexandre, na primeira vez que minha mãe nos levou ao dentista. Entramos ao mesmo tempo e eu fui atendido primeiro. Depois fiquei esperando. A dentista fez pra ele a mesma pergunta que fez pra mim antes de furar o dente com aquele aparelhinho maldito: se doer você levanta a mão, tá bom? Eu segurei a dor e não falei nada. Já meu irmão levantou o braço prontamente mal ela encostou o negócio na sua boca.” Sempre que penso no meu irmão caçula penso nesse texto. Uma vez eu soube que talvez eu tenha um outro irmão, mais velho. Não tive a mínima vontade de conhecê-lo. Ainda não tenho. Tenho a impressão de que pra eu gostar tudo o que gosto da minha família – e pra eles gostarem de mim – é meio que necessário manter uma certa distância. O pior é que acho que ela deve aumentar cada vez mais. Falando na Lu, sempre curti a relação dela com o seu pai. Eles eram absurdamente parecidos e se apoiavam mutuamente. Um entendia o outro sem falar nada. Acho que eu nunca sei direito o que meu pai pensa, e acho que ele não sabe direito o que eu penso também. Falando em garotas e famílias, nunca confiei em garotas que são melhores amigas das suas mães. Não me perguntem o motivo. Carrego essa certeza comigo de um jeito bem claro, mas jamais consegui explicar. Melhor o silêncio. Às vezes acho que Deus é silêncio. Penso em Moisés quando penso nisso. O Moisés da bíblia, salvando seu povo escravo, fugindo com ele, até pararem num lugar e começar a germinar toda aquela destruidora ideia de liberdade. Comé que a gente vai se organizar? Ele pensou. Então subiu o morro, deixou todo mundo em festa, e ficou sozinho, e encontrou a porra da solução. Ele não escutou vozes, não viu ninguém abrir uma nuvem e falar qualquer coisa, apenas ficou em silêncio e formou seu plano maligno que meio que perdura até hoje. É só uma interpretação. E nem é nada original. Acho até que já li em algum lugar algo muito próximo disso, e mais abrangente do que isso. Mas não lembro onde. E pra que dar créditos se nenhum leitor do blog chegou até aqui. E, se chegou, cara, cai fora e faz uma conta no Twitter. Chega. Não tenho mais nada a dizer pra você. Apenas para a Garçonete de Pequim: ei, Garçonete, jamais diga mais de uma vez que eu sou tudo o que você quer. Senão eu vou acabar acreditando e não há nada pior do que acreditar numa porra dessas.

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21 Respostas to “”

  1. ursocongelado Says:

    Porrada seca nas cordas, brunão. bom pra caralho.

  2. Marcia Barbieri Says:

    Muito bom mesmo!!!!!! Adorei sua visão sobre as mulheres!!!!! beijos

  3. arnaldo Says:

    hoje vim atrasado pro trabalho, de ressaca-mas-feliz porque dormi com uma boa mulher, e a gente sabe que sempre vale a pena quando se dorme com uma boa mulher, e no ônibus eu pensava “porra, manhã de ressaca perfeita pra escrever” mas aí vem aquela coisa de todo mundo no trabalho te olhar porque cê tá meio zuado da noite mal dormida e ainda não curou direito a bebedeira que incluiu as duas últimas latas de antarcticas esquecidas na geladeira que eu bebi justamente do jeito que cê disse: olhando ela dormir. e o sabina cantava “lágrimas de plástico azul” nessa hora, o som baixinho e quando ela levantou pra ir ao banheiro usou apenas a minha camisa velha do paraná clube (tô ligado, loser até no time) e na volta disse que tinha que ir embora porque a filha dela, que deve ser linda, podia precisar de algum cuidado. me vesti e caminhei até a praça onde ela tinha deixado o carro dela. foi uma noite boa pra caralho, sobretudo porque ela foi embora. tem aquele poema do bortolotto que fala algo assim, de como é bonito uma mulher indo embora. o fato é que não escrevi nessa manhã. fiz como faço quase toda manhã: evitei ao máximo o contato com os colegas de trabalho e vim aqui ler teu blog. nunca comento, talvez porque nunca tive o que dizer. hoje, mesmo sem ter o que dizer, resolvi comentar. talvez porque se eu escrevesse nessa manhã, tentaria escrever algo nesse sentido aí. aliás, puta frase a primeira: “A maioria das mulheres que eu amo fumam cigarros e não acreditam em Deus”.

    eu não sei porque tô escrevendo esse monte de merda aqui.

    • brunobandido Says:

      bacana arnaldo. sempre que durmo com uma boa mulher e saio de casa de manhã penso em Oll 55 do Tom Waits. e lá no meu trabalho, o pessoal já me olha estranho quando vêem que eu não tô acabado. sei como é. gostei do teu comentário. é sempre bom saber que tem caras que falam a nossa língua por aí e escutam Sabina olhando suas mulheres dormirem. no duro. e ainda melhor saber que existem mais mulheres que dormem com caras assim, não é mesmo?

      grande abraço.

  4. Sergio Says:

    Bandido, em junho vou para o uruguai e passar uns dias em Porto Alegre antes. Bora beber umas?
    Ótimo texto.

    • brunobandido Says:

      E aí, brother. Cara, não vou marcar nenhum compromisso, mas se eu tiver bebendo vai ser na Cidade Baixa em dois bares – Bells ou Van Gogh. Aí tu chega lá e a gente toma uns conhaques. Abraço.

  5. hh Says:

    caramba! “Se eu gostasse tudo bem, o problema é tomar um gole e pensar “Oh, Hemingway, tu era mesmo um viadinho!””. às vezes te ler é gostoso demais, bruno!

  6. Camila Fraga Says:

    cheguei até o fim. bonito pra caramba esse texto.

    beijo.

  7. adriana Says:

    eu fumo Marlboro vermelho, adoro vodka (e vendo filmes antigos notei que era uma bebida bastante apreciada pelas mulheres), acredito em deus quando minha formação científica dá uma brecha, mas Mojito é muito bom, mesmo que seja incluso no manual gay para crianças. Texto matador, pra variar.

  8. Rafael Rocha Says:

    Sempre que passo por aqui me sinto bem, pois vejo que alguém tb sente como eu… me sinto menos idiota… menos só, até.
    Um dos melhores textos seus que eu li até hoje!
    Grande abraço!

    p.s. valeu pelo link do filme Lenny! Baita filme!!

  9. arnaldo Says:

    não fossem essas mulheres, nos restaria muito pouco – ou nada -, bandido.

    ontem foi uma daquelas noites de ficar em casa bebendo CAFÉ e lendo coisas. vim aqui, li tuas coisas também e quando tava terminando um comentário enorme eu fiz alguma merda e apagou tudo. não teve ctrl Z que resolvesse. a minha falta de habilidade com o computador me fez lembrar os textos de “O CAPITÃO SAIU PARA O ALMOÇO E OS MARINHEIROS TOMARAM CONTA DO NAVIO”. talvez o livro que eu tenha lido mais vezes na vida. funciona como uma BÍBLIA, acho.

    bem, na noite de ontem eu comentava uma porrada de coisa desse teu último texto e falava também de como juntar GARY COLEMAN e MARLBORO VERMELHO num mesmo texto me faz lembrar daqueles cigarrinhos de chocolate que tinha a foto de um menino negro na caixa com um cigarro entre os dedos. eu comprava quando era pequeno.

    eu tô no trabalho e seria legal pra caralho comentar sobre certas coisas que escreveu aí, mas não vai rolar. eu queria falar da garçonete linda que preparava um MOJITO no bar, na mesma noite de anteontem, e da habilidade com ela arrancava as folhas de hortelã enquanto falava despretenciosamente sobre qualquer coisa que eu ouvia junto ao balcão.

    acho que tô comentando pela segunda vez porque, como eu disse anteriormente, eu escreveria um texto assim na manhã de ontem. que falasse de família, de mulheres que não acreditam em Deus e que fumam, de mulheres que fumam Deus porque ele se manisfesta na natureza e essas merdas todas. falaria de como eu também gosto da última página de FACTÓTUM e como eu fiquei feliz quando meu irmão de quinze anos disse “hey, cara, aquele livro é muito bom e o final é do caralho”. acho que ele nao disse ‘caralho’, mas eu diria.

    não sei por que tô aqui escrevendo esse monte de coisa novamente. vai ver é porque nao tem texto novo teu aí e é sexta-feira e o trabalho não acaba nunca e eu quero a noite pra ficar no canto do bar distante das pessoas cretinas (tô sendo redundante?). com sorte ELA me liga e a semana termina bem.

    vou aproveitar o comentário longo (que eu disse que nao rolaria escrever por causa do trabalho) pra dizer que faz poucos meses que acompanho teu blog (uns seis meses, eu chutaria). e como esses dias ficou sem publicar nada (e eu nao tinha mesmo mais o que fazer) fiquei lendo os posts antigos. acho que li tudo já. e pude saber de onde surgiu o blog (ou por que acabou o outro – que eu nao conheci). falando isso, acho que a primeira frase deste comentário faz ainda mais sentido, bandido.

    e eu tô pensando em descaradamente roubar PASTICHE de você, terminar a história, roteirizar e passar pruns amigos filmarem. claro, te avisaria antes e colocaria nos créditos: “UMA HISTÓRIA DE BRUNO BANDIDO”. é mais pelo tesão de ver o fim daquela história que, honestamente, achei boa pra caralho.

    as mulheres dizem que sou exagerado. até na porra de um comentário dum blogue eu exagero. elas sabem mesmo das coisas.

  10. IT FOLLOWED ME Says:

    porra vai dar 4 da manhã, não consigo dormir nem fazer nada com muito movimento ou iluminação, eu ia ouvir uns cds como nas outras madrugadas mas achei teu link num texto antigo por aqui…
    não sei, eu provavelmente vou dizer coisas que as pessoas nos outros comentários já tentaram te explicar, como o fato de tu escrever bem pra caralho e o de eu ter me identificado com algumas muitas partes que eu já nem lembro porque po, puta texto grande. na real já escrevi pra caralho sendo que nada disso é o que eu queria tá aqui te dizendo. tu postou isso em maio, e aqui em santos pelo menos já é julho. aliás, tu cita até minha cidade. e bem, apesar de eu não ter nem 80% da tua carga cultural ou qualquer merda assim eu queria te agradecer por, sei lá, ter escrito isso, e publicado. ou talvez devesse agradecer a deus por me fazer abrir um texto antigo e então o seu link. sei lá. sinto essa vontade de agradecer as pessoas por coisas tipo um bom texto. você – pelo menos parece – ser quase auto-suficiente sobre essas coisas da vida, que pra mim são totalmente difíceis de lidar. vai ver porque eu sou garota e fumo com frequência. ou vai ver só sou densa e trouxa. ou todos. porra, enfim, tu me faz crer que tem uma outra saída pras coisas. e isso ultimamente tem me salvado muito. desculpa aí pelas várias linhas só pra dizer um valeu e que você tá fodidamente certo sobre a coisa das garotas que são melhores amigas das próprias mães. eu não sou melhor amiga da minha nem de longe, não que eu seja muito confiável, mas pelo fato de eu ser garota creio que posso te garantir isso com mais certeza. apesar de tu já ter.

  11. vacas magras « bruno bandido Says:

    […] galinha e bebendo cerveja, ele falou que tavam escutando Joaquín Sabina e que mostrou o meu texto, Alguns Esclarecimentos que eu não devo a ninguém a não ser a mim mesmo, pro seu velho e ele curtiu. E eu lembrei do dia em que escrevi esse texto, foi outra madrugada […]

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