lingua pop, sons of anarchy

O ricardo ara parece que tá empolgado em fazer uma outra edição do Língua Pop. A gente já tem um bocado de material até. Então daqui uns dias vem a edição 2 anos de Língua Pop – vivo ou morto. Santa canastrice!

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ando escrevendo coisas que não servem pra blog e quando não tô conseguindo escrever nada vou ampliando páginas do meu diário morto, o que deixa essa bagaça bem parada. pra não ficar jogada aos ratos, aqui tem um pequeno parágrafo dele, só um pequeno, o resto não convém:

“A velha tem uma tatuagem que é um símbolo do Jimmy Page ou qualquer coisa do tipo. Eu nunca gostei Led Zepelin. Nem Deep Purple nem Black Sabath. The Who? Não, obrigado. Eu não suporto Pink Floyd e ela tem um quadro do lado negro da lua pendurado ao lado da cama.  O lado negro da rua me interessa mais. E o lado negro dela, que eu cutuco com sexo e silêncios prolongados – como um estudo de causa – minha jovem tristeza dentro de uma senhora que foi rockeira nos anos 70. Que acompanhou uma turnê do RPM nos 80. E que, acima de tudo, é brega como o diabo.”

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e depois dos membros de Samcro passarem 18 meses na cadeia, eles voltaram. a quarta temporada de Sons of Anarchy já tá rolando nos EUA e tem dois episódios legendados disponíveis pra baixar na internet. É uma das séries que mais domam meus demônios, junto com qualquer conhaque vagabundo, poemas do Dylan Thomas e filmes do Jim Jarmusch.

e nessa temporada tem a participação especial de Denny Trejo, só pro negócio ficar mais fudido ainda..

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5 Respostas to “lingua pop, sons of anarchy”

  1. Edy Nunes Says:

    Dylan Thomas é mestre. Um dos primeiros bebuns de percepção literária enquanto à vida dos submundos boêmios. Gosto pra cacete dele, brother. O cara foi precursor, além de ser inspiração pra muita gente, inclusive os beats. Faz tempo que eu não leio nada dele. É isso aí, vou voltar a ler o cara.

    • brunobandido Says:

      também curto. não consigo fugir por muito tempo dos poemas do cara não. eles fazem bem se forem tomados na medida certa.

      • Edy Nunes Says:

        Pra mim já não existe dose certa. Alguns poemas, de alguns ecritores, são como uma boa cerveja, um bom uísque, uma boa comida, uma boa trepada, enfim, devem ser aproveitados até a exautão. É uma parada meio que de sobrevivência e sanidade, manja? Pra amenizar o clima de merda do dia-a-dia, mesmo.

  2. Camila Fraga Says:

    deixei a primeira temporada completa lá na bahia. acabei nem vendo, parece ser mó foda.

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