sobre amores platônicos

trecho da minha peça Gengivas Sangrentas:

JULIO – Eu me vejo amando outra mulher. Quer dizer, não que eu vá casar, ou trepar, ou qualquer coisa com ela. Só que eu me vejo.
PEDRO – Hm?
JULIO – Tem uma mina que pega o mesmo buzu que eu. A gente se vê quase todo dia no ponto. Caralho, ela é linda. Tá sempre olhando meio que pro nada. A boca meio aberta, tem uns lábio grossão, uns bracinho fininho. Ela tem um coração tatuado nessa parte do braço aqui, e no pulso tem uma palavra, ainda não consegui ler qual é…
PEDRO – O nome do cara que come ela.

 

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