Poema nº 60

Fim II

Os olhos frios do anjo maldito
brilham
o grande elefante de gelo derreteria no
deserto mesmo de noite
você cresceu roendo minhas
costelas
vai sugar o deslumbre besta
da vida
enquanto transo garrafas cada
vez menos coisas a me
manter fiel
como se as mulheres dos primeiros
homens perdessem os cabelos
esses cinemas que a gente ia
e se tornaram igrejas

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